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Gestão

Expectativas de um mercado pós-pandemia: como se preparar

Estamos vivendo um cenário de pandemia e de crise econômica e social e quando olhamos para o futuro, ele parece, e de certa forma é, incerto. Mas, não podemos dizer que não aprendemos nada nesses últimos meses. Muito pelo contrário, foram inúmeras lições. Neste artigo, vamos falar sobre as mudanças do mercado e de consumo e como os gestores devem se preparar para um mundo pós-covid-19.

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Durante este período, percebemos que, até o mais conservador dos consumidores estava preparado para o varejo online, só precisava de um incentivo. Com a maioria do comércio fechado, devido as medidas de segurança, o e-commerce acabou se tornando a única opção de venda para muitos negócios. Vimos também, que muitos não estavam preparados para essa realidade.

Pudemos observar que as empresas capazes de inovarem e se adaptarem com mais rapidez às mudanças de consumo e comportamento do público, são as que conseguem sobreviver e se destacar.

São essas experiências e vivências que vão pautar as tendências de consumo em mercado pós-pandemia.

O consumidor durante o isolamento

Uma pesquisa realizada pela Social Miner mostrou o comportamento de consumo das pessoas durante esse período de isolamento social. 24,9% dos consumidores compraram tanto de lojas online quanto de lojas físicas, enquanto que 22,4% comprou online de lojas que já haviam comprado presencialmente e 16,5% compraram em e-commerces que não conheciam. Além disto, cerca de 7,5% compraram online pela primeira vez.

Esses dados são importantes, pois mostram que o consumidor vem se adaptando a essa realidade e que empresas que já investiam no varejo online, acabaram levando uma vantagem neste período.

Outro dado importante é que 46,3% dos consumidores encontraram as lojas online através de sites de busca (Google, Bing, etc.), 31,3 % através do Instagram e 27,7% através de anúncios online. Este dado já era esperado, uma vez que todo mundo usa o Google pra fazer qualquer pesquisa, não é mesmo?!

E isso reflete, inclusive, nos canais escolhidos para realizarem a compra de produtos, visto que 72,2% dos consumidores que acessaram os e-commerces, fizeram suas compras nos sites das lojas, enquanto que 40,7% realizaram através do WhatsApp da loja e 27,9% pelo WhatsApp de vendedores.

Ok, mas qual a importância desses dados?

Isso mostra que é preciso estar onde o consumidor está. Não é porque o e-commerce é o canal mais escolhido para realização de vendas, que você não deve se fazer presente em outras plataformas.

Pelo contrário, é preciso usá-las a seu favor. Por que não usar as redes sociais para levar o consumidor até seu e-commerce? E por que não fornecer um número de WhatsApp para que ele possa tirar suas dúvidas?

É preciso ter estratégias, e quanto mais próximo você, lojista, se mostrar para seus clientes, mais confiança você irá passar e, consequentemente, mais vendas irá realizar.

O consumidor e o “novo normal”

Não sabemos ainda quanto tempo essa pandemia irá durar. Graças ao avanço da tecnologia, estudos para fabricação de vacinas vem se mostrando eficazes, mas ainda sem uma data. E isso reflete não apenas na vida dos consumidores, mas também dos lojistas, que ficam num constante abre e fecha dos estabelecimentos, como forma de conter a disseminação do coronavírus.

Os consumidores vêm se adaptando a um “novo normal”, em que as medidas de prevenção, como os cuidados com a limpeza e o distanciamento social, devem seguir como prioridade na rotina. Em uma outra pesquisa, 66% dos brasileiros revelaram que pretendem manter os cuidados de higiene pessoal, mesmo num cenário pós-pandemia.

O certo é que, uma vez com menos acesso ao varejo físico, os consumidores migraram para o virtual. E isso gerou uma demanda elevada, pegando muitos negócios de surpresa. E qual a solução? Tecnologia para acelerar processos e garantir a efetividade nas vendas.

Como o lojista deve se preparar?

Mesmo em um cenário pós-pandemia, dificilmente os consumidores irão abandonar o varejo online. Tanto que, aquela mesma pesquisa da Social Miner mostra que os segmentos de Eletrônicos/Informática e Eletrodomésticos, mais de 50% pretendem comprar tanto das lojas físicas, quanto online, e outros 30% exclusivamente online. E Esses dados são ainda maiores para os segmentos de Casa/Construção, Moda e Farmácia/Saúde, onde mais de 70% dos entrevistados podem comprar tanto no e-commerce quanto na loja física e outros mais de 10% exclusivamente online.

Esses dados mostram que não dá pra evitar o varejo online, mas que também não precisa abandonar a sua loja física. O lojista precisa planejar, elaborar estratégias de vendas para que o consumidor se sinta à vontade para ir à loja ou ao site.

Não dá para fugir dos protocolos de higiene e segurança e com as cidades autorizando a abertura do comércio, essas medidas se fazem ainda mais necessárias, como a disponibilização de álcool em gel para clientes, funcionários com máscaras, limitação de clientes dentro da loja, higienização constante do ambiente, entre outras medidas. O seu cliente precisa se sentir seguro e confortável para ir até seu estabelecimento. Mostre que você está preocupado com seu bem-estar. Inclusive, use suas redes sociais para informar seu público.

E quanto ao e-commerce?

O varejo online já era uma realidade, mas se intensificou nos últimos meses e já não é possível ignorá-la. Mas é preciso planejamento. Existem hoje inúmeras plataformas, que prometem criar seu site em alguns minutos, de forma rápida e tudo mais. Mas e como fica a gestão do seu negócio? E seu estoque? Tem como integrar o estoque do e-commerce com a loja física?  Integrar o e-commerce com o seu sistema ERP? E o frete? E as formas de pagamento?

Leia também: Como um sistema ERP pode te ajudar na pandemia

São muitos detalhes envolvidos, por isso é preciso analisar, principalmente as taxas das adquirentes quanto as formas de pagamento e o frete, que pode gerar dor de cabeça. Quase 60% dos consumidores dizem levar em consideração o preço do frete na hora de finalizar uma compra online.

Outro fator importante é quanto a segurança de seu site. O consumidor precisa se sentir seguro ao acessar seu e-commerce e isso diz respeito ao layout/design, certificado de segurança e um sistema antifraude. Estes sistemas de segurança são importantes também para o lojista, uma vez que evita ataques e o chamado chargeback. Por isso é preciso analisar qual plataforma de e-commerce é a melhor para seu negócio.

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